
Informativo Técnico | Edição 1



Evento promovido pela Cemig vai abordar a importância de investir em saúde e segurança para otimizar custos; energia elétrica é uma das três maiores despesas dos empresários da panificação
No dia 23 de julho, às 19h, o presidente do Sindicato e Associação Mineira da Indústria de Panificação (Amipão), Vinícius Dantas, vai participar do webinar “É Hora da Segurança – Investindo na saúde e segurança para otimizar custos para sua empresa”.
O evento gratuito é uma realização da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e será transmitido pelo canal Cemig Energia no You Tube, por meio do link https://youtu.be/xP3_LXSP4JQ.
O webinar contará também com a presença dos representantes da Cemig Frederico Ataíde, coordenador de segurança do trabalho, e João José Soares, gerente de saúde e segurança do trabalho.
Os participantes vão debater sobre a importância da informação na prevenção de danos e acidentes com a energia elétrica.
Para Vinícius Dantas, o seminário é de extrema importância, não só para o setor da panificação. “Qualquer tipo de acidente gera custo, financeiro ou humano, e qualquer negócio, sem exceção, está sujeito ao risco de acidentes.
A melhor maneira de minimizar os riscos de acidentes é através de uma prevenção eficiente.”
A participação de Dantas reflete a presença da energia elétrica no segmento da panificação.
”Pela natureza industrial das padarias, a eletricidade ocupa um lugar de extrema relevância, nas contas e na operação em si, desde aparelhos usados na produção, na manutenção da temperatura dos produtos, em aparelhos de limpeza e nos sistemas de controle e cobrança.
Um curto-circuito causado por uma manutenção mal executada, por exemplo, pode causar danos imensos”, explica o presidente da entidade.


Benefício é fruto de parceria entre empresários, executivos e organizações do 3º setor; entre os segmentos contemplados está o da panificação, que tem cerca de 95% das empresas enquadradas como MPEs no estado de Minas Gerais
Uma iniciativa sem fins lucrativos uniu empresários, executivos e organizações do 3º setor para captar recursos privados e destiná-los à crédito para micro e pequenas empresas (MPEs), com carência e taxas especiais, de maneira rápida e facilitada. O programa “Estímulo 2020” tem como objetivo auxiliar empresários a manterem seus negócios ativos bem como seus funcionários contratados durante a pandemia, que vem ameaçando não só a saúde da população brasileira, mas também a economia de todo o país.
A panificação é um dos segmentos que será beneficiado com o programa. As padarias inscritas na Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) nº “1091-1/02 – padaria c/ preponderância de produção própria” poderão pleitear a obtenção de crédito no “Estímulo 2020”. A taxa de juros é de 7% ao ano, com carência de três meses para começar a pagar, podendo dividir o pagamento em até 15 parcelas.
O programa, que beneficia empresas em âmbito nacional, ganhou força em Minas Gerais após um investimento realizado pela Federação das Indústrias do Estado Minas (FIEMG), no valor de R$ 100 milhões, exclusivos para empresas sediadas no Estado. Para se inscrever é necessário acessar o site https://www.estimulo2020.org/home-mg/.
O presidente da AMIPÃO (Associação Mineira da Indústria da Panificação), Vinícius Dantas, destaca que esta pode ser a oportunidade para salvar muitos negócios: “Cerca de 95% das padarias são micro ou pequenas empresas. E muitas dessas empresas não estão conseguindo acesso a crédito em instituições financeiras ou por meio dos programas do governo, devido à grande burocracia e ao tempo insuficiente para viabilizar a continuidade do negócio antes da liberação dos recursos”, destaca. A equipe da AMIPÃO está à disposição dos associados para orientar sobre o processo de inscrição e as condições para participação no programa “Estímulo 2020”.


Pesquisa do site Mercado Mineiro aponta variações superiores a 200% nos preços praticados em 27 padarias de BH. É o caso do pão doce, cujo quilo varia de R$ 8,99 a R$ 28,48, uma diferença de 216%. Já o pão francês variou 110%, custando de R$ 8,99 a R$ 18,90 o quilo. O pão sovado tem custo entre R$ 12,00 e R$ 32,90 (174%). No entanto, mesmo com a alta do dólar, que pressiona os custos da farinha de trigo, os preços dos pães se mantiveram estáveis em relação ao mês passado.
O levantamento realizado pelo site em 17 e 18 deste mês constatou variação de 28% no leite longa vida integral da Itambé, com custo de R$ 3,90 a R$ 5,00. Já o quilo da mortadela varia de R$ 24 a R$ 42 (93%). O lanche também teve variação significativa: um simples pão com manteiga oscilou 86% ( de R$ 1,50 a R$ 2,80). O café com leite pode custar de R$ 1,50 a R$ 3,60 (190%). Já a diferença no custo do pão de queijo chega a 117%: de R$ 1,75 e R$ 3,80.
Para o coordenador do site Mercado Mineiro, Feliciano Abreu, as diferenças de preços levam em consideração a qualidade do produto e a localização da padaria.
O presidente da Associação Mineira da Indústria de Pães (Amipão), Vinicius Dantas, afirma que o momento não é oportuno para o repasse da alta de preços. “Até mesmo os moinhos têm contribuído. Quando aumentam um pouco, criam uma bonificação, por exemplo. Há uma dificuldade geral em estar repassando os custos, o que tem feito com que os preços se mantenham estáveis”, disse.
Segundo ele, as padarias também tiveram reduções de despesas, como de água e luz, já que os clientes não podem mais consumir dentro dos estabelecimentos, o que acaba contribuindo para um equilíbrio no custo fixo. Em relação à oscilação de preços entre as padarias, Vinicius Dantas afirmou que isso se deve aos custos de aluguel e funcionários de cada uma.



As barreiras já foram vistas nas unidades da Avenida Silva Lobo, no bairro Nova Suíça e também na Rua Venezuela, no bairro Sion.
Além do painel, os funcionários da rede estão usando máscaras, luvas e têm à disposição, álcool gel para limpar as mãos e a estação de trabalho.
A recomendação do supermercado é que os clientes usem cartão na hora de pagar porque se trata de um meio pagamento que tem menor risco de contaminação comparado com o dinheiro vivo.
A empresa informou que além dessas ações, vai medir a temperatura dos funcionários das lojas e criou um aplicativo com uma série de perguntas para que o empregado possa avaliar se apresenta algum sintoma da doença. Funcionários idosos, gestantes e aqueles que sofrem de doenças crônicas estão afastados.
Supermercados estão autorizados a manterem as lojas abertas porque vendem itens de primeira necessidade.
