Foi publicado hoje 08/01/2021 no Diário Oficial do Município de Belo Horizonte, o Decreto nº17.523 que retrocedeu o funcionamento dos estabelecimentos comerciais ao nível, semelhante ao que ocorreu no Decreto nº 17.328 de 08 de abril de 2020. No que diz respeito aos serviços de alimentação, a partir de 11/01/2021, seguem as seguintes disposições: O horário de funcionamento de padarias e lanchonetes será entre 05:00 e 22:00 horas, sendo PROIBIDO o consumo de alimentos no local; Os serviços de alimentação ( restaurantes e lanchonetes) estão liberados APENAS para entrega em domicílio (DELIVERY) e retirada no local (TAKE AWAY), desde que adotadas as medidas estabelecidas de prevenção ao contágio pelo COVID-19, tais como espaçamento nas filas, higienização e uso de máscara no local de retirada. Não há limite de horário para este serviço.
Acontece entre os dias 15 e 17 de outubro, no Expominas, a 33ª edição
da Superminas, principal evento do varejo no País no segundo semestre,
realizado pela Associação Mineira de Supermercados (AMIS) e pelo
Sindicato e Associação Mineira da indústria de Panificação (Amipão).
A primeira grande atração do evento acaba de ser divulgada: integra a
grade de programação de palestras o renomado jornalista e apresentador
Alexandre Garcia. O jornalista abre a programação da Superminas no
dia 15 de outubro, às 14h, no auditório principale vai abordaras perspectivas econômicas para 2019 e as tendências em 2020 no cenário nacional.
Alexandre esteve por 30 anos na Rede Globo onde atuava como
comentarista político no telejornal Bom Dia Brasil. Em dias de folga dos
apresentadores fixos, Garcia apresentava o Jornal Nacional e bem como
se notabilizou como um dos principais jornalistas do canal pago Globo
News.
Expominas recebe maior Evento Supermercadista e Panificador do Brasil
Pela 33ª vez, Belo Horizonte sedia o Congresso e Feira
Supermercadista e da Panificação, a Superminas Food Show. De 15 a 17 de
outubro, o evento vai reunir supermercadistas e panificadores de toda
Minas Gerais, outros estados e países, e as maiores empresas
fornecedoras do varejo supermercadista e panificador do Brasil. As áreas
de exposição do Expominas estão praticamente esgotadas, já somando
cerca de 500 expositores confirmados. A expectativa é que os recordes de
expositores e visitantes de 2018 sejam superados na edição 2019.
Promovida pela Associação Mineira de Supermercados (AMIS) e pelo
Sindicato e Associação Mineira da Indústria de Panificação (AMIPÃO), a
Superminas é o segundo maior evento do gênero em território nacional.
Somente em 2018, o evento reuniu 55 mil visitantes de 650 municípios
mineiros e 27 estados nacionais, além de compradores internacionais. Com
484 estandes, um recorde até então, a Superminas gerou negócios da
ordem de R$ 1,86 bilhão no ano passado.
Durante o evento, inúmeras oportunidades comerciais e tendências em
serviços e produtos são apresentadas. A Superminas é uma grande
fomentadora do crescimento profissional. São cerca de 70 apresentações
como palestras, talk shows, workshops, visitas técnicas, oficinas e
fóruns na área do evento destinada ao conhecimento.
Megaestrutura como um dos principais eventos empresariais do estado e do país, a Superminas é dividida em dois pavilhões, cuja denominação homenageia os mineiros. O segundo piso, por onde a maior parte do público chega, é denominado “Pavilhão Minas” e o pavilhão do primeiro andar, no mesmo nível das docas, leva o nome de “Pavilhão Gerais”.
Dentro de cada pavilhão, como forma de facilitar e orientar o fluxo
de compradores, a Superminas é segmentada também em espaços como:
Tecnologia; Raízes de Minas; Cervejas Artesanais; Orgânicos, Funcionais e
saudáveis no Pavilhão Minas. Já o Pavilhão Gerais abriga os espaços da
Cachaça; Vinhos e Queijos; Máquinas e Equipamentos; Internacional e o de
FLV – Frutas Legumes e Verduras.
Agricultura Familiar
Pelo quarto ano seguido, a Superminas vai abrigar o Circuito Mineiro
de Compras Sociais (CMCS). Um espaço destinado a pequenos fornecedores
da agricultura familiar ou pequenas indústrias. O objetivo é dar a esses
negócios a oportunidade de expor e comercializar seus produtos com as
redes supermercadistas e padarias. O CMCS é uma parceria com o Governo
do Estado de Minas Gerais.
O Sebrae – MG também participa da Superminas com o programa “Origem
de Minas” expondo produtos de empresas com certificado de origem como
dos setores de cachaça, café e queijos.
Responsabilidade Social
Um evento de grande porte pode trazer impactos ambientais, mas eles
podem ser amenizados. Para isso, a Superminas conta com uma equipe de
profissionais que recolhem material reaproveitável, selecionam e
encaminham a entidades que trabalham com reciclagem. Durante o evento,
são recolhidos alimentos não perecíveis e itens de higiene pessoal para
serem repassadas a instituições beneficentes. Essas ações
socioambientais são executadas pelo Programa Vida, braço social e
ambiental da AMIS, coordenado pela Comissão Feminina da entidade.
Quando se fala em padaria, pães
expostos em um balcão de vidro ou embalados em saco plástico são
provavelmente a primeira imagem que vem à mente de quem vive em Porto Alegre. Mas moradores da região central da cidade já experimentam outra realidade na hora de preparar o café da manhã.
Somente nos bairros citados, a
reportagem contou mais de uma dúzia de padarias nesse estilo, a maioria
inaugurada nos últimos quatro anos. Algumas podem, inclusive, confundir
quem passa na frente, por levarem fachadas discretas ou lembrarem um
café. Outras sequer existem fisicamente, funcionando como clubes de
assinaturas de pães sob encomenda.
Em
comum, vendem, além de pães, a ideia de que é possível consumir um
produto de qualidade superior por um preço semelhante ao praticado pelo
supermercado. Muitas exaltam a fermentação natural — mais lenta, o que
torna o alimento de fácil digestão —, e outras inspiram-se na
confeitaria internacional, e adotam nomes em francês ou inglês. A
maioria parece passar incólume a qualquer tipo de crise econômica,
vendendo quase tudo o que produzem diariamente.
— É um nicho que vai desenvolver ainda mais, porque o pão das padarias e supermercados em Porto Alegre, em geral, não é agradável. Em plena crise, há espaço para esse tipo de coisa, e não é só porque as pessoas precisam comer. Tem a ver com um estilo de vida que começaram a ter e não querem abrir mão — avalia a professora de Antropologia da Alimentação da UFRGS Maria Eunice Maciel.
A pesquisadora também chama as
padarias gourmet de “boutique de pães”. Além de estarem localizadas em
regiões de maior poder aquisitivo, o pão vendido nesses locais pode
custar caro — nos lugares onde a venda é por unidade, há opções entre R$
9 e R$ 20. Se, por um lado, oferecem um ambiente mais moderno, de certa
forma, aproximam-se do passado, quando o dono da padaria era o próprio
padeiro.
Mais do que vender
produtos diferenciados, no entanto, destaca que todas se apresentam como
“espaços de sociabilidade”. Ou seja, não se resumem a um lugar que
comercializa pão. Várias também funcionam como cafés, e quase todas
proporcionam uma relação mais próxima entre o consumidor e o produtor —
em alguns desses espaços, há cursos de fabricação de pães e fermentação
artesanal.
— Às vezes nós já
abrimos a loja com fila. As pessoas gostam de chegar aqui, ficar,
conversar, tirar foto da prateleira. Querem ser ouvidas e acolhidas —
conta Amanda Sparemberger, sócia da Levain Club.
Entre os dias 15 e 17 de outubro a Superminas 2019 vai receber supermercadistas e panificadores de toda Minas Gerais, diversos outros Estados e de alguns países para participar do evento, que oferece um ambiente de negócios, relacionamento e muita atualização.
Neste
último item, a Superminas 2019 oferece cerca de 70 oportunidades na
forma de palestras, fóruns, workshops e visitas técnicas. A programação
sempre conta com grandes atrações e neste ano não seria diferente:
alguns nomes reconhecidos no cenário nacional como o jornalista
Alexandre Garcia e o campeão olímpico Cesar Cielo estão entre os
destaques.
A organização do evento, ciente da alta demanda de
público para as palestras, buscou alternativas para melhor atender a
todos os participantes e disponibilizou nesta edição a inscrição
antecipada para cada palestra. Basta acessar o site da Superminas
(www.superminas.org.br), clicar em “Programação”, acessar a palestra da
sua preferência e se inscrever.
Mas é importante enfatizar que a
inscrição para as palestras é válida para aqueles que já garantiram a
participação para a Superminas 2019. Esta é uma forma de evitar futuros
problemas e garantir que os participantes tenham acesso às palestras da
programação.
Já estão abertas as inscrições para a 33ª edição da Superminas Food Show, Congresso e Feira Supermercadista e da Panificação que acontece entre os dias 15 e 17 de outubro, no Expominas (Av. Amazonas, 6200 – Gameleira), em Belo Horizonte.
Para
garantir a participação no evento, basta acessar o site
superminas.org.br e ter acesso ao link de inscrições, assim como a
programação e a relação das empresas que estarão em um dos maiores
eventos do varejo do País.
Realizada pela Associação Mineira de Supermercados (AMIS) e o Sindicato e Associação Mineira da Indústria de Panificação
(AMIPÃO), Em 2018, reuniu 55 mil visitantes. Com 484 expositores, a
Superminas gerou negócios da ordem de R$ 1,86 bilhão no ano passado.
Além
das oportunidades comerciais e tendências em serviços e produtos a
Superminas é uma grande fomentadora do crescimento profissional com
palestras, talk shows, workshops, visitas técnicas, oficinas e fóruns.
O evento gratuito vai reunir gestores e profissionais de padarias para discutirem as tendências no segmento de food service. O encontro será realizado na Nova Safra – Ceasa, Rodovia BR-040, Km 688, s/n – Pavilhão A – Kennedy). As vagas são limitadas e os interessados em participar devem confirmar presença pelo telefone da Central de Relacionamento da Amipão, (31) 3282-7559 ou pelo e-mail paula.martins@amipao, até o dia 23 de agosto.
Nesta
terceira edição, o tema será “Um novo momento no food service”. A
palestra será conduzida pelo economista Enzo Donna, empresário com mais
de 30 anos de experiência no segmento e fundador da ECD Consultoria,
empresa especializada no segmento de food service. Com a variada
concorrência que esse mercado possui, o encontro propõe abordar peças
chaves para que os associados consigam atrair clientes, fidelizá-los ao
seu estabelecimento e criem um negócio diferenciado para chamar a
atenção dos consumidores.
“Investir em uma padaria
multisserviços, que oferece espaço para consumo e outras comodidades ao
cliente, como o café da manhã, almoço e happy hour servidos no local,
deve ser prioridade para os empresários que desejam seguir competitivos
na panificação. É preciso se reinventar”, destaca o presidente da Amipão, Vinícius Dantas.
Serviço: 3º Encontro de Panificadores 2019 – Um novo momento no food service, com Enzo Donna.
Data: 27 de agosto
Horário: 15h
Local: Nova Safra (Ceasa Rodovia BR-040, km 688, s/n – Pavilhão A Kennedy)
E neste ano, a programação da Superminas conta com grandes nomes para abordar o que é tendência no mercado e as novidades que estão impactando os supermercados. Um deles é Felipe Patené, consultor de marketing digital com foco em varejo da Google. Ele se apresenta no dia 16 de outubro, às 14h, no auditório Diamante, onde vai fazer uma reflexão sobre inovações e soluções que realmente irão Impactar o futuro do varejo.
E para enriquecer ainda mais o tema, o sócio fundador da Zaitt, primeira loja autônoma no Brasil, Rodrigo Miranda fala sobre como foi a trajetória desde a criação à operação de uma loja inteligente. Ambos estarão lado a lado para esclarecer dúvidas e mostrar que o varejo vai além da área de vendas e pode proporcionar um mundo de possibilidades.
Mais informações sobre a Superminas 2019 acesse superminas.org.br .
FIEMG quer estimular que empresários mostrem seus produtos na maior feira supermercadista do país 14/08/2019
Câmara da Indústria de Alimentos terá espaço na Superminas FIEMG quer
estimular que empresários mostrem seus produtos na maior feira
supermercadista do país
Grupo
formado por empresários do setor alimentício se reuniu, nesta
quarta-feira, 14/08, na sede da FIEMG, em encontro da Câmara da
Indústria de Alimentos. Na oportunidade, o presidente Mário Marques
anunciou que o grupo irá participar da Superminas Food Show 2019. “É uma
novidade, pois antes participávamos apenas por meio das indústrias da panificação.
Estamos trazendo uma proposta que já está alinhada com a produção do
Superminas. Vamos ter 33 estandes para que as indústrias da alimentação
exponham seus produtos para toda a rede supermercadista”.
O
presidente da FIEMG, Flávio Roscoe, disse que a participação da Câmara
no Superminas vai ampliar os resultados de toda a cadeia da indústria
alimentícia. “Neste ano, nós estamos mudando o foco. Vamos usar um
espaço institucional na Superminas para fazer business, pois isso é
muito relevante para nós. Queremos que todas as nossas indústrias façam
muitos negócios”, afirmou o presidente da FIEMG, Flávio Roscoe.
Marques
apresentou ainda a proposta de uma feira de alimentação do setor da
indústria. “Estamos alinhando os detalhes para que no próximo ano
consigamos realizar esse evento. Ele poderá ser junto com a Superminas,
vai ser de acordo com os interesses das entidades envolvidas. Se atender
a todos, nos vamos estar juntos em 2020”, sinalizou. Mário completou
ainda que a feira nasceu da necessidade das indústrias de pequeno e
médio porte aumentarem a sua entrada nos supermercados e ainda
conseguirem uma forma de expor os seus produtos.
Os participantes tiveram ainda acesso a informações técnicas sobre o grupo de trabalho que está colaborando na elaboração da NR 36,que dispõe sobre segurança e saúde nas empresas de abate e processamento de carnes, e também sobre questões relacionadas à rotulagem de alimentos. O presidente do Sindicato e Associação Mineira da Indústria de Panificação (AMIPÃO), Winicius Segantine Dantas, também participou da reunião da Câmara.
A Comissão Especial de Estudo
de Revisão do Código de Posturas realizou audiência pública nesta
terça-feira (13/8), com representantes de bares, restaurantes e
padarias. Feito a partir de requerimento do vereador Preto (DEM), o
evento visou debater possíveis alternativas e estratégias de
modernização da lei, a partir da avaliação da eficácia do Código de
Posturas do Município (Lei 8.616/2003)<https://www.cmbh.mg.gov.br/atividade-legislativa/pesquisar-legislacao/lei/8616/2003>
em vigor. Os convidados entregaram à comissão documentos com suas
demandas, entre elas a flexibilização no uso de calçadas e na
implantação de engenhos de publicidade; a diminuição do valor de taxas e
multas; e a flexibilização no licenciamento e mudança de classificação
de vias.
Uso das calçadas
O
presidente da Amipão (Sindicato e Associação Mineira da Indústria de
Panificação), Vínícius Dantas, problematizou questões como uso de
calçadas e instalação e engenhos de publicidade: “Estamos discutindo com
nossas entidades necessidade de flexibilizar a adequação arquitetônica
das calçadas. A calçada pode ser mais democrática, principalmente em
relação a bares e restaurantes”. Pelo código, “A área a ser destinada à
colocação de mesa e cadeira é a do afastamento frontal da edificação,
desde que tal afastamento não seja configurado como extensão do passeio e
se respeitem os limites com o passeio” (Artigo 74), independendo de
licenciamento. A colocação de mesa e cadeira no passeio é permitida se
reservada faixa de pedestre livre, com largura mínima de 1m, e o passeio
lindeiro deve ter largura igual ou superior a 2 m.
Advogado
da Amipão, Gilson Pereira Santos concordou com Dantas em relação a um
melhor aproveitamento de passeios e calçadas. “Para a panificação,
estacionamento é prioridade. Restringir ou proibir o estacionamento no
recuo interfere na liberdade econômica do empresário”.
Fazendo
coro com os presentes, o assessor da Câmara de Dirigentes Lojistas
(CDL), Vínícius Fontes, afirmou que o objetivo maior da entidade é
democratizar o uso da calçada, flexibilizar o uso de toldos, mesas e
cadeiras, além de pedir a revisão da classificação das vias.
Engenhos de publicidade
Para
os engenhos de publicidade, tais como as placas indicativas, as regras
são variadas, dependendo do tipo de engenho. Pelo código, o engenho de
publicidade instalado no mobiliário urbano poderá ser luminoso, sendo
proibido o engenho iluminado, e é vedada sua instalação em mobiliário
urbano de pequeno porte. Ainda segundo a lei, o engenho de publicidade
instalado na fachada frontal deverá ser apenas um por estabelecimento,
somente no pavimento térreo e em galerias superiores recuadas, exceto no
caso de shopping centers; estar alinhado com a fechada, sem poder se
projetar além dela, dentre outras restrições.
Preto
insistiu sobre a necessidade de flexibilizar a implantação dos engenhos
de publicidade. Ele defendeu que Belo Horizonte se tornou uma cidade
feia, não identificável devido à restrição de letreiros, e sugeriu a
criação de corredores de publicidade.
O
presidente da Amipão asseverou que as placas ajudam na iluminação
pública, com custo para empresário. Outro assunto abordado foi a
diminuição do tamanho permitido para o estabelecimento quando ele tem
uma atividade secundária, como lanchonete, caindo para 100m². “Com
vestiários, sanitários e outras instalações, se calcularmos 100m²,
deveremos colocar as máquinas nas calçadas”, queixou-se o advogado da
Amipão. Ele também citou os engenhos de publicidade que podem, em sua
visão, ter sua normatização flexibilizada tanto em relação a dimensões
como em referência ao licenciamento, sem a exigência atual de
licenciamento anual, por exemplo. Segundo ele, as galerias comerciais e
shopppings podem colocar placas em várias dimensões e as lojas nas ruas
não têm o mesmo direito.
Outras demandas
Gilson
Pereira Santos falou, ainda, sobre a concorrência desleal com
ambulantes, prazo excessivo para julgamento dos recursos e
desproporcionalidade das multas e fiscalização sobre os
microempresários, como os do setor de panificação que, por serem micro,
não têm condições de fazer uma boa defesa. “É desproporcional o
microempresário ter que recolher multas no tamanho [das pagas pelos]
grandes empresários”, concluiu.
O
representante da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes
(Abrasel) e dono do Restaurante Chefe Túlio reclamou da obrigação de
legalizar o estabelecimento anualmente; das necessidades novas que
surgem, em termos de fiscalização, sempre que os bares e restaurantes
fazem eventos; e do alto valor das taxas: “São quase 8 mil reais por ano
para ter mesa e cadeira. Se fecha a casa e quebra, tem que continuar
pagando”.
“O
Sistema FIEMG não se responsabiliza por qualquer omissão ou falha,
contida na mensagem, que possam surgir na transmissão da mesma ou
prejuízos provenientes de qualquer alteração do conteúdo, sendo de
responsabilidade de seu autor e não refletindo a opinião da empresa”.